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Oi, blog.

O Café Brazuca, no Centro de Goiânia, quase no cruzamento da Avenida Anhangüera com a Tocantins. É administrado pela Loreda, uma publicitária de muito bom gosto. Trata-se de um café muito charmoso num dos pontos mais movimentados da capital.
A Cervejaria Goiás - ex-Cervejaria Brasil -, também no Centro, na Avenida Araguaia com a esquina da Rua 4 (ou 20). O som é legal. O ambiente é legal. O público é legal. As comidinhas são saborosas. Não seria por menos. Acho que é administrada pelo Ângelo, chef-músico.
"Pois meu amor tem um pouquinho disso tudo..." Aproveito também para recomendar Maria Bethânia & Omara Portuondo.
Goiânia tem bons programas sim! Digo mais: ótimos. Ficar em casa também é muito proveitoso se você souber escolher o que ler, ouvir e assistir.
.jpg) Uma multidão com armas e gritos pode levar anos para fazer uma revolução. Um gênio, décadas para ser reconhecido. João Gilberto precisou apenas de sua voz, sua batida de violão e da canção ‘Chega de saudade’ para mudar o curso da música brasileira e fincar seu nome na história. Como bem observou o jornalista Mario Sérgio Conti em um artigo sobre o artista, “no cinqüentenário da bossa nova, é preciso voltar a João Gilberto”. E é isso que o Banco Itaú faz em sua homenagem aos 50 anos do movimento, promovendo o retorno de João Gilberto aos palcos brasileiros após quase uma década de ausência. O público será contemplado com uma série de quatro apresentações: dias 14 e 15 de agosto, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo; dia 24 de agosto, no Theatro Municipal carioca; e dia 05 de setembro, no Teatro Castro Alves, em Salvador.

O escritor português José Saramago, Prêmio Nobel de Literatura 1998, prepara um romance para o final deste ano intitulado "A viagem de um elefante", anunciou em uma entrevista publicada neste sábado pela revista portuguesa Sol."O livro não está muito adiantado. Está na metade. Espero concluí-lo neste verão e publicá-lo no outono" (hemisfério norte), declarou ao Sol, sem dar detalhes a respeito do assunto deste novo livro.José Saramago, 85 anos, que vive na ilha de Lanzarote, no arquipélago espanhol das Canárias, esteve hospitalizado no final do ano passado devido a uma insuficiência respiratória.O autor de romances clássicos como "O ano da morte de Ricardo Reis", "O Evangelho segundo Jesus Cristo" e "A jangada de pedra", vive em Lanzarote desde 1993 com sua esposa, a jornalista Pilar del Río.Na quarta-feira é aguardado em Lisboa para inaugurar a exposição "José Saramago: a consciência dos sonhos."
Fonte: Diário do Grande ABC

Voltei a viver ao voltar a caminhar e pedalar.

Voltei para a academia. Agora é para sempre. Ao menos até eu comprar uma esteira, bicicleta ou cama de jump.
Imune às tragédias que a imprensa explora à exaustão, até ontem não havia me ligado para as possibilidades dos pais da Isabella serem inocentes e não terem jogado-a do prédio, como sugerem 24 horas por dia jornalistas e delegado. Até que almoço com a Lourdes e ela se encarrega de me atentar que podemos - ou não - estar diante de mais um caso Escola Base.
Por meio do blog novo do Fred e da Aline (Outra Linha), descubro o Querido Leitor, outro ótimo blog da Rosana Hermann. Em um tópico, ela disponibiliza a entrevista em MP3 que o Guilherme Fiuza deu à Rádio Band News. Ocorreu algo semelhante com o jornalista Guilherme Fiuza (Meu nome não é Johnny) há 18 anos, quando, como conseqüência de um tropeço, seu filho foi acidentalmente atirado do 8º andar. Em poucos minutos, dois policiais já impediam a sua saída de casa e a mídia tentava promover o mesmo estardalhaço que estamos vendo agora. A entrevista que ele deu à Band News é uma verdadeira aula de jornalismo que deve ser dada a estudantes e profissionais. Ele relata a situação em seu blog: http://www.guilhermefiuza.com.br/?p=20#comments. A entrevista pode ser ouvida neste link: http://www.bandnewsfm.com.br/conteudo.asp?ID=78136. "Nós éramos um casal feliz que vivia bem com o seu filho"."Há uma completa ignorância da opinião pública sobre a vida daquelas pessoas"."Quem é que vai pagar esse dano moral quando as Olimpíadas entrarem em cena?""A maior certeza que eu tenho é que eu não sei o que aconteceu. E as pessoas têm de ter esta humildade"."A busca pela verdade, pela informação, é sagrada, mas tem de acontecer de forma responsável".
"A opinião pública é covarde. A opinião pública não sente dor".
"Opinião pública não tem CNPJ. Não tem endereço".
"Qual seria a saída? Um código de imprensa? Um código nada! Esse é um valor de berço que o repórter tem de ter. É o sentimento de cada um. Não é um código de imprensa nem nada".
"A gente acha que é culpado e joga no microondas. Queima vivo".

Goiânia, 7 de abril de 2008.
Adentrei o ônibus da HP que faz a linha 169 por volta das 12h25 do dia 6 de abril do corrente ano, domingo, no ponto na Avenida Assis Chateaubriand que fica ao lado da Rua 15, no Setor Oeste. O meu destino final era o primeiro ponto da Praça Cívica. Ao inserir o sitpass na máquina, constatei que o bilhete estava sem saldo. Informei ao motorista que tinha cinco reais e não poderia passar da parada informada. Ele disse que no caminho teria algum vendedor. Continuei ao lado dele, na parte da frente do ônibus. Às 12h31 ele começou a circundar a Praça Cívica. Eu havia avisado com antecedência onde precisava descer e reafirmei. No entanto, ele não parou o veículo, pois alegou não poder cobrar a passagem. Disse que só me liberaria onde tivesse um vendedor. Eu ressaltei que não poderia passar daquele ponto. O motorista me informou – desnecessariamente, já que, apesar de não concordar, conheço – que era norma da empresa e que me levaria até o ponto final para provar. Uns cinco pontos depois, na Avenida Goiás, abaixo da Avenida Anhangüera (quase em frente à Igreja Universal do Reino de Deus), aparece um vendedor, que cobra a passagem, e eu consigo descer, depois de muita discussão, tempo perdido, ameaça de ser mantido preso no ônibus até o ponto final e, conseqüentemente, muito desgaste. Liguei no 190 dentro do ônibus e fui orientado a procurar o 1º Distrito Policial. Como a ocorrência seria contra uma pessoa jurídica – no caso, a HP – o delegado não a registrou, mas recomendou que eu entrasse com uma ação por perda e danos morais. Afinal, fui mantido preso – com o dinheiro em mãos – até muito depois do ponto onde precisava descer. Perdi, com isso, vários minutos, além de ter passado pelo constrangimento de ser assistido por todos os usuários daquele ônibus e de ser ameaçado de “ter de ir até o ponto final para conhecer a norma da HP”. Placa: KNG7917 Veículo: 2561 Chassi: 9BM3840731B260711

Por que os jornais não trazem em suas edições notícias sobre jornais e jornalistas? Enfim, por que a imprensa não discute a imprensa? Por que a imprensa não pauta a imprensa? Certamente, o leitor, o ouvinte, o telespectador e o internauta têm curiosidade para saber sobre nós, feitores do jornalismo, e sobre as empresas onde trabalhamos.

Meus amigos fumam maconha. São profissionais bem sucedidos. Estudam. Cursam especializações, mestrados. Dão aula. Falam inglês fluentemente. Têm aula de francês e até mandarim. Muitos não bebem. Fumam maconha. A vida sentimental é estável. Transam sem neuroses. Se relacionam amigavelmente com os pais. Vão se casar. Ter filhos. Voltar à Europa. Passam férias no Centro-Sul. Outros escolhem o Nordeste. Alguns viajam duas vezes por ano à Amazônia. Dirigem. No final de semana, curtem cachoeira em Pirenópolis ou Alto Paraíso. Praticam mergulho. Trocam de carro de dois em dois anos. Quando querem assistir O Fantasma da Ópera, passam o final de semana em São Paulo. Quando querem assistir ao show da Rita Lee, vão a Brasília e depois jantam no Gilberto Salomão. Viajam a trabalho ao Rio de Janeiro e almoçam no Porcão. Afinal, se hospedam na Barra da Tijuca. No Carnaval, ficam em dúvida se voltam ao Rio ou se aceitam o convite do Expresso 2222 para fazerem parte da folia em Salvador. Na Semana Santa, partem em retirada para Fernando de Noronha. Querem tranqüilidade. Participam de congresso em Porto Alegre. No retorno, passam por Vitória para conferir o novo show da Erasure. Depois, comem no Sub Way. Na segunda-feira, à tarde, tocam a vida normalmente em Goiânia e ignoram que Goiás é - talvez perca para Tocantins e outros do Norte - o estado mais provinciano do Brasil.
 Há um certo gesto de virilidade que merece desconfiança, quer se trate da sua própria, quer da virilidade de outros (...) É só como mentirosos que [os machões] se tornam verdadeiramente sádicos, agentes de repressão. Essa mentira, porém, não é outra coisa senão homossexualidade recalcada a se apresentar sob a única forma aprovada: a heterossexual. Theodor Adorno
Sempre que pode, o conservador José Maria e Silva escreve asneiras sobre a homossexualidade. Em artigo na atual edição do Jornal Opção (Ditadura Gay - Um crime finalmente confessado), o qual revela estar deixando após 15 anos, novamente despeja afirmações sem sentido sobre a prática sexual entre pessoas do mesmo sexo. Novamente porque ele adora difamar o movimento gay. Talvez Freud, ou até mesmo Adoro, expliquem.
"Ao longo dos anos, secretários e ministros de saúde, bem como médicos, enfermeiras, psicólogos e outros profissionais da área, não relutam em fraudar a ciência — repito: fraudar a ciência — para proteger os gays de uma verdade que é incontestável: eles sempre foram e nunca deixaram de ser um grupo de risco para a disseminação da Aids. Sobretudo, quando têm um comportamento promíscuo". José Maria, o termo que cabe aí é "somente". Jamais "sobretudo".
"Logo, é praticamente impossível que toda essa gente estudada — com mestrado, doutorado e pós-doutorado em saúde até no exterior — não soubesse que a Aids vinha crescendo entre os gays durante todos esses anos". José Maria, toda essa gente estudada - com mestrado, doutorado e pós-doutorado em saúde até no exterior - é formada por gays também. E, certamente, gays que se cuidam e não consideram o fator homossexual como de risco. Porque, por si só, não o é.
"Também era impossível que essa gente diplomada não desconfiasse que os homossexuais nunca representaram entre 15 e 20 por cento da população — como o movimento gay afirma, sempre que quer justificar o financiamento público de suas paradas". José Maria, sinceramente, o percentual deve superar - e muito - a casa dos 20 por cento. Então, realmente é válido desconfiar dos que dizem que os gays representam apenas entre 15 e 20 por cento da população.
"Esses dados só agora revelados (apesar de conhecidos, não tenho dúvida), mostram que as autoridades sanitárias mentiram para a população ao longo de todos esses anos em que inundaram casas e escolas com pornografia disfarçada de prevenção, com a conivência da imprensa". José Maria, não entendi. O que é pornografia disfarçada de prevenção? Você se refere aos preservativos? Se for, de fato, você não fala coisa com coisa. Considerar camisinha ou material informativo sobre prevenção como pornografia é viajar na falta de noção.
"Depois de tanta lavagem cerebral em favor dos gays, nem mesmo esses dados gritantes serão suficientes para que as pessoas percebam que os gays continuam sendo (e nunca deixaram de ser) grupo de risco". José Maria, minha mãe, que tem quase 50 anos, estudou apenas até a segunda etapa do ensino fundamental e mora na zona rural no interior, é mais esclarecida sobre homossexualidade do que você, que é mestre e mora na capital, centro da informação. Grupo de risco é quem pratica sexo sem se cuidar. Aí independe se é homem com homem, mulher com mulher, homem com mulher ou mulher com homem.
"Prova disso é que, mesmo diante desses dados que mostram que as campanhas calcadas na camisinha fracassaram completamente, o Ministério da Saúde vai continuar investindo na pornográfica campanha do preservativo". José Maria, para você, o que é pornografia? Nunca vi nada obsceno em campanha anti-Aids.
"Há cerca de dez anos (creio que em 1999), eu que não sou estatístico nem autoridade sanitária, tendo por base as próprias informações do Ministério da Saúde, escrevi um artigo em que duvidava da eficácia das campanhas de prevenção à Aids centradas na camisinhas e afirmava já no título do referido artigo: “O problema da Aids é moral, sim”". José Maria, é nítido que você não é estatístico nem autoridade sanitária.
"Só que esse plano de estabilização do HIV comporta um sério problema — o especulador do sexo, como o das bolsas, gosta de correr riscos. E o prazer, seu capital volúvel, não se intimida em destruir famílias, engravidar meninas e disseminar a Aids”". José Maria, ao menos aqui você foi sensato. E, talvez sem querer, assumiu que o risco de se contrair HIV não é exclusivo nem predominante entre os homossexuais. Não são somente os gays que transam. Não são apenas os gays que contraem o vírus.
José Maria, tchau.
Certa vez me perguntaram, num grupo de estudos conservador, que prova eu tinha de que a homossexualidade é muito mais uma orientação do que uma escolha, e fui obrigado a responder com muita sensibilidade: a minha vida. Andrew Sullivan
Afirmo desde o início: “Não tenham medo!”. Essa é a mesma exortação que ressoou no início do meu ministério na Sé de São Pedro... Do que não devemos ter medo? Não devemos ter medo da verdade sobre nós mesmos. Papa João Paulo II

Por que gosto? Porque gosto!

O guia: Uma vaca estava do outro lado da barragem. Uma equipe foi tentar laçá-la, ela pulou na água, as turbinas estavam ligadas e ela atravessou a barragem como se fosse um tobogã.
Joãozinho: Ela morreu?

Tô na minha fase Martha Medeiros. Descobri a escritora e publicitária gaúcha no Rio de Janeiro, ao ler a edição de revéillon do Globo. Amei. Não à toa. Ser feliz não é pecado é o título da primeira crônica à qual tive acesso. Num dos próximos tópicos pretendo explanar o que penso acerca da matéria. Agora, lendo Non-Stop, Crônicas do Cotidiano, percebo-me ainda mais encantado com o trabalho dela. Comecei a marcar os textos que têm a ver com a minha vida ou que podem ser aplicados nela em situações próximas e previstas. Quando dei por mim, tinha marcado quase todos os capítulos. Não a conheço ainda como poeta. Mas pretendo - e olha que não sou chegado no gênero - comprar também as obras poéticas dela.

Quando deixarem de achar que depressão é frescura o índice de suicídios começará a declinar.

Em show único na Atlanta Music Hall nesta sexta-feira, o músico apresenta as faixas do novo álbum, Matizes, e lembra clássicas de seu repertório como Oceano e Eu Te Devoro.
Em mais de trinta anos de carreira, Djavan consolidou um caminho próprio como compositor – misturando jazz, samba e blues com letras românticas sem muito sentido – e conquistou uma legião de fãs. Dominado por canções inéditas, o repertório do novo disco chega a Goiânia depois de ser exibido no Rio, em São Paulo, Belo Horizonte e nas capitais do Sul. Amanhã e domingo ele se apresenta em Brasília. No show, Djavan traz novidades como Delírio dos Mortais, samba de exaltação ao Rio, onde mora desde 1973. Não faltam, é claro, Oceano e Eu Te Devoro, que ele apresenta na companhia dos filhos Max Viana (guitarra e voz) e João Viana (bateria), integrantes da superbanda que se completa com Sérgio Carvalho (baixo e voz), Renato Fonseca (teclados e voz), Marcelo Martins (saxofones), François Lima (trombone e voz) e Walmir Gil (trompete e voz).
O promoter Fábio Brasil não pára. Depois de Nando Reis, nem bem arrematou o show de Danni Carlos – sábado, no Teatro Rio Vermelho – e já anuncia, para abril, duas novas agendas imperdíveis. No dia 24, Ney Matogrosso, com o show Inclassificáveis, e, no dia 26, uma reedição do clássico Rock Palace, que rolava nos anos 80, com a Blitz de Evandro Mesquita. No Jaó. (Coluna Circulando, O Popular, Patrícia Drummond)
Se a AlFa soubesse o conceito que o Diário da Manhã tem em relação aos profissionais formados por ela, não publicaria anúncio hoje de um quarto de página parabenizando o veículo pelos 28 anos. No mundo moderno, a informação pode significar a diferença entre o sucesso e o fracasso. Mais do que o aprendizado convencional, estar por dentro das atualidades mundiais, nacionais e regionais amplia as chances dos futuros profissionais no mercado de trabalho e forma cidadãos. O Diário da Manhã, há 28 anos é uma fonte inesgotável de boa informação, todo dia é uma aula de conhecimento. Parabéns, Diário da Manhã! Faculdades Alves Faria

À leitora Adriana (hehe):
MERCADO POPULAR
Jazz e instrumental
Dentro do projeto Mercado Jazz Popular, uma trupe de músicos de peso sobe no palco do Mercado Popular da Rua 74, hoje, a partir das 19h30. A seleção musical de clássicos do blues e expoentes do jazz contemporâneo será interpretada por Fausto Noleto (sax), Nonato Mendes (baixo), Willian Cândido (teclado) e Guilherme Santana (bateria). Rua 74, Centro. Entrada franca. (O Popular)

Tô cansado de esperar - e ouvir - que dê tudo certo no final. Quero, a partir de agora, que dê tudo certo no início também. Bem como no meio.
Acho que só jornalista se preocupa com nomenclaturas e siglas certinhas. Ádila, a melhor professora do curso (?) teórico de dormição, digo, de condução, escorregou federal, digo, estadual na aula sobre meio ambiente. Para ela, Delegacia Estadual do Meio Ambiente é o Dema. Para mim, é menininha. Para ela, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos é Sema. Para mim, é Semarh. Para ela, a Agência Municipal de Meio Ambiente é Semma-Amma. Para mim, é apenas Amma. Fala de órgãos estaduais que regem a área, mas esquece-se da Agência Goiana de Meio Ambiente (Agma). Deve ser porque esta vai ser engolida pela reforma administração do governo estadual. Passa da hora. Há, por exemplo, Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seagro), Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) e Agência Rural. Na crise do leite, quando explodiram as denúncias de adição de soda cáustica e água oxigenada, a imprensa não sabia a quem ouvir.

O álcool vai baixar, mas o feijão vai subir ainda mais. Deixamos de produzir grãos para transformar o estado num grande canavial. As GOs viraram um inferno com caminhões carregados até a tampa de cana-de-açúcar e a velocidades incontroláveis. Vide os acidentes.
 As Centrais Elétricas de Goiás (Celg) derrubam árvores para fincar postes de energia elétrica na zona rural. Não há outro meio, Celg, de levar luz à fazenda sem desmatar?

A deputada federal Raquel Teixeira (PSDB) tem uma foto andando de bicicleta. De salto, mas tem. Gilvane Felipe (PPS) tem uma fotografia ao lado de um bicicletário - estacionamento de bicicletas - francês. Só andam de carro e não se dão ao trabalho nem de serem convincentes na hora de posar para o retrato. Ambos são pré-candidatos à prefeitura da capital goiana.

Meu pai não perde um episódio de Pica-Pau. Não há nada de novo, mas ele não se importar em assistir reprises. Acha a mesma graça de quando assiste pela primeira vez.

Ainda não consigo entender por que comprei Pornopolítica, do Arnaldo Jabor. Fiquei em dúvida entre ele e O que é ser jornalista, do Ricardo Noblat, por quem também não nutro afinidade. O Jabor, definitivamente, é muito chato. Totalmente cênico, ainda é suportável na tevê. No máximo, no rádio. Eu e essa minha mania de tentar ler o que/quem não gosto.

Hoje descobri que há uma delegacia na Avenida Portugal, abaixo do Extra, para resolver qualquer problema relacionado ao trânsito, inclusive troca de "elogios" de motoristas. Agora vai responder na Justiça o condutor que passar numa poça com a única finalidade de me molhar/sujar.

Toda aula de legislação de trânsito, direção ofensiva, primeiros socorros, cidadania, meio ambiente e mecânica básica podiam ser com a Ádila.

Minha avó paterna mostrava língua para o meu pai. Fosse eu, apanharia na certa.

Já quase chorei ao desligar o telefone após entrevistar o deputado federal Ronaldo Caiado (DEM!). Na próxima encarnação, ninguém vai me chamar de doente mental e sair ileso.

De duas, uma. Ou estou ficando velho ou todo mundo em Goiânia ganhou uma buzina no último Natal e começou 2008 com o propósito de usá-la sem cessar.

Nada como dormir à meia-noite de sábado abraçado e ouvindo jazz na Rádio MEC. Ruim é ter de levantar às 5h30 da madrugada de domingo sozinho e ainda abraçado. Ao travesseiro. Rádio-relógio desligado.

Ando tão sensível que quase chorei com a notícia do assassinato da pró-reitora da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Nunca ouvi falar da Maria Benigna Martinelli Oliveira, mas morro de medo da violência urbana - e da rural também. Me solidarizo com a família e os amigos, mesmo à distância e sem que eles saibam.
As escadarias do Prédio Histórico da UFPR serão novamente palco para a manifestação popular. Desta vez, a comunidade acadêmica é chamada para junto com a sociedade repudiar atos de violência como o que culminou com a morte da professora, pesquisadora e pró-reitora Maria Benigna Martinelli Oliveira. O movimento que está sendo chamado para as escadarias do Prédio Histórico da UFPR, na Praça Santos Andrade, acontecerá nesta terça-feira, dia 11 de março, a partir das 10h30min. O reitor Carlos Moreira Júnior já conversou com a presidente da APUFPR - Associação dos Professores da UFPR Arislete Dantas de Aquino para iniciar a organização do movimento. Também estão em andamento as conversas para o chamamento dos estudantes pelo DCE e dos técnico-administrativos pelo Sinditest. O objetivo é congregar a comunidade acadêmica e a sociedade curitibana a manifestar-se contra ações violentas como a sofrida pela professora Maria Benigna, causando a sua morte. A UFPR convida a todos que acreditam que a violência é um problema que pode ser resolvido a estarem juntos neste ato. ACS

Dia desses Iris e eu passamos na loja de conveniência do posto de gasolina - aquele que fica na Praça Cívica! Comprei um saco de petas caseiras. As de polvilho azedo me fazem lembrar minha avó paterna. Paguei no cartão. Não tenho vergonha de passar o Rede Shop ou o Visa Electron mesmo para quantias pequenas. É mais seguro do que sair com dinheiro, mesmo que em pequena quantidade. Ao sair da loja, eis que um senhor me pede dinheiro. Ao dizer que não tinha, ofereci o saco de peta que acabava de comprar. Ele me excomungou. Queria dinheiro. Sua mulher, visivelmente doente, resignou e disse que ela sim aceitaria o biscoito. Dei o pacote inteiro. E com o maior gosto.

Critérios:
- Ter mais de 18 anos; de preferência, menos de 40;
- Que esteja pelo menos cursando o ensino superior;
- Que more no Centro-Oeste;
- Que o peso seja proporcional à altura;
- Que escove os dentes com constância ou que ande com balas de café;
- Que tenha bom gosto musical;
- Aptidão para a leitura;
- Compreensão;
- Seja maleável;
- Pode até ser de Sagitário; quem sabe assim a gente até se entenda melhor;
- Que tenha telefone - e o use!;
- Que tenha gosto televisivo irrepreensível; eu assisto Pânico também;
- Que seja livre do passado, mesmo que este o condene;
- Que goste de vermelho, preto, rosa, verde e azul claro; porque eu gosto de vermelho, preto, rosa, verde e azul claro.
Pós-escrito: faço questão de abrir mão de uma pá destes quesitos caso haja interesse real. A quem interessar possa, enviar currículo com fotografia em resolução a partir de 640 x 480 pixels para o e-mail indicado no expediente.
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